Tava lendo um daqueles aplicativos que o orkut colocou, onde o usuário faz uma “propaganda”… Aliás, durante todo esse tempo de existência do aplicativo, já li diversas vezes sobre o tal do “Carpe Diem“, cada propaganda com suas palavras… licensas poéticas à parte, todas com o mesmo conteúdo.
Hoje, uma me chamou a atenção. Dizia sobre aproveitar cada momento da vida pra não e arrepender depois… Então pensei: – mas o que faz aquele que se arrepende de aproveitar a vida? Aquele que vive tudo o que pode e depois vê que o que fez não foi assim tão bom e que haviam outros caminhos…
Talvez sejam as histórias dos detentos que se tornam pastores (a propósito, religiosidade a parte, nunca ouvi falar de detento que virou padre… já ouvi histórias de viciados e coisa e tal, mas detentos… nenhum).
Isso me leva a pensar mais. O quão vale aproveitar a vida ao máximo? Todo limite é um risco, vale à pena correr os riscos de espremer a vida e misturá-la com vodca, limão, açúcar e gelo?
Muitos falam de aproveitar a vida ao máximo…
… mas qual é o limite de aproveitamento?
Como diria Valdevino: “quanto sobra do soluto, xóvem?”
Update: Valdevino é professor de química da ETEC Lauro Gomes, em São Bernardo do Campo – SP. Formado em física. Já foi militar. É conhecido por suas atividades e/ou provas de nível superior.